notas à paulistana papa-xibé: O texto é velho. Hoje eu sou um cisne em queda livre.
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foi quando ela percebeu que o colo era amigo e pousou encantadora o rosto em vertigem decrescente. O colo, outrora estranho, fez contato e silenciou. A moça, agora vesga, acorda em meio em verde novas. a vida explora a doce lente que enxuga o olhar, encontra o foco e vencedora usa a coluna pra se erguer biônica revelando ao colo sua verônica esculpida pela gravidade na coxa amiga. beijou o rosto e partiu. deixou que o resto fosse imaginado.